domingo, 23 de março de 2014

Informações Tróficas dos Seres Vivos.

MEIO AMBIENTE 3 – NÍVEIS TRÓFICOS, CADEIAS E TEIAS ALIMENTARES E CASCATA TRÓFICA

Como explicado em Meio Ambiente 1, os níveis tróficos seriam as posições dos seres vivos na sequência alimentar.
Quando se pede pra separar os organismos pelos seus níveis tróficos, deve-se organizá-los de acordo com essa sequência.
Existe uma sequência básica:
Produtores – sempre os autótrofos (vegetais, algas e bactérias produtoras);
Consumidores – sempre heterótrofos. Estarão organizados de acordo com o tipo de alimento e a sequência.
                    Primários – Herbívoros;
                    Secundários, terciários e quaternários – carnívoros e onívoros, dependem de quem se alimenta de quem.
                    Decompositores – Fungos e bactérias (heterotróficos), que decompõem a matéria orgânica.

Os níveis tróficos estão diretamente ligados a cadeia e/ou teia alimentar.
Vale lembrar que a cadeia é única e linear, enquanto a teia é uma união de várias cadeias.

Como para uma comunidade entrar em equilíbrio, ela necessita de um funcionamento geral, se uma espécie de um ecossistema for retirada, imediatamente causará um impacto entre os outros seres da mesma cadeia/teia.

Vale lembrar que para montar uma teia ou uma cadeia alimentar, a seta sai do alimento para quem se alimenta dele.

Por exempolo: supondo que em um mesmo ecossistema exista uma população de lebres e uma de linces. Como são da mesma cadeia alimentar, além de grama, se a população de lebre for retirada, o número de linces diminuirá drasticamente e o de grama aumentará.

Transferência de Energia entre os Seres Vivos

MEIO AMBIENTE  2 – ENERGIA

Organismos autótrofos produzem o próprio alimento, utilizando substâncias inorgânicas simples e formando matéria orgânica para seu próprio alimento.
Ex: Vegetais – fotossíntese, onde transformam energia luminosa em energia química.

O alimento produzido será utilizado, em parte, pelo organismo (para sua formação e sobrevivência) o restante será absorvido pelo herbívoro.

Da mesma forma que o produtor, o herbívoro usará parte dessa energia e o restante será transmitida aos carnívoros... até chegar aos decompositores, que degradarão a matéria orgânica e devolverão ao meio ambiente a matéria inorgânica para que entre em um novo ciclo.

Conceitos de Meio Ambiente



MEIO AMBIENTE - CONCEITOS

1.                  Espécie: seres tão semelhantes que, ao acaso, cruzam entre si, gerando descendentes férteis;
2.                  Híbrido: ser vivo “misturado”, cria de seres vivos de diferentes espécies;
3.                  População: conjunto de seres vivos de mesma espécie, que vivem no mesmo habitat, em um mesmo período de tempo;
4.                  Habitat: local onde o ser vivo habita (mora);
5.                  Nicho ecológico: função (papel ecológico) de um ser vivo para o seu habitat;
6.                  Comunidade: conjunto de populações que habitam no mesmo espaço, no mesmo período de tempo;
7.                  Ecossistema: conjunto formado por todos os organismos (fatores bióticos) e componentes físicos (abióticos) em uma localização;
8.                  Limite de tolerância para o crescimento de um ecossistema: qualquer variação que interfira na adaptação do ser vivo;
9.                  Autótrofos: seres que produzem o próprio alimento.
10.              Heterótrofos: seres que necessitam de um organismo pra sua alimentação. Alimenta-se de matéria orgânica pronta;
11.              Níveis tróficos: posição na sequência alimentar de um ecossistema;
12.              Produtores: organismos autótrofos;
13.              Consumidores: organismos que consomem matéria orgânica;
14.              Decompositores: organismos que decompõem a matéria orgânica morta, devolvendo ao ambiente as substâncias inorgânicas que compunham o organismo;
15.              Cadeia alimentar: sequência linear em que um organismo serve de alimento para, somente, um outro organismo;
16.              Teia alimentar: cadeias alimentares interligadas, ou seja, quando um organismo serve de alimento para mais de um outro organismo, ou quando vários organismos servem de alimento para um único outro organismo;


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Regras de ABNT


30 de janeiro de 2014


Faaaaaaala, pessoas!!!!!!!

Começando mais um ano letivo e venho trazer esses dois arquivos com as regras da ABNT para apresentação de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e um com um Guia rápido do acordo ortográfico, que retirei da Página da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Bom, atinjo a dois grupos distintos:
   1. Os que estão em uma faculdade: espero que os ajude.
   2. Os meus alunos do Ensino Médio.

Então, olha que legal!

1ª e 2ª séries do Ensino Médio: vamos utilizar algumas dessas regras para apresentação dos trabalhos, durante o ano.

E... 3ª série (Uhul): algumas explicações
TCC = Trabalho de Conclusão de Curso
3ª série do Ensino Médio = Conclusão do Ensino Médio (tomara)

Repararam na semelhança?
Entenderam?
Espero que sim.
Só acho válido baixarem os arquivos.
Beijiiiinhos

Normas para TCC - UFRGS
Normas para referências bibliográficas

Guia de Acordo Ortográfico

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sangue e Imunidade

Sangue e Imunidade
Sangue: 2 partes – líquida (plasma) e sólida (células sanguíneas)
Células de defesa: macrófagos, glóbulos brancos...
Processo Inflamatório: as primeiras características (inchaço, rubor ou vermelidão, calor e dor) indicam que as células de defesa estão agindo sobre microrganismos que tentam invadir o organismo. Se a invasão for através de uma ferida, as plaquetas coagulam o sangue.

Resposta Imunológica
                Celular: inespecífica e abrangente. Células fagocitam o patógeno.
                Humoral: específica (produção de anticorpos) e tem memória imunológica (depois que o organismo já produziu anticorpos, todas as vezes que tiver contato com o mesmo patógeno, produzirá anticorpos mais rápido.

Tipos de Imunidade
                Passiva: o indivíduo recebe os anticorpos prontos. Pode acontecer de forma natural ou artificial.
                               Natural: recebe de outro ser vivo. Ex: aleitamento materno. O ser humano não produz anticorpos até os 6 meses de vida. Por isso, a importância do aleitamento materno, onde a mãe transfere anticorpos prontos, através do leite.
                               Artificial: recebe anticorpos elaborados. Ex: soro antiofídico. No caso de uma picada de cobra, não há tempo para que o organismo produza os anticorpos. O soro (feito com o sangue do cavalo) traz os anticorpos prontos.
                Ativa: o indivíduo produz anticorpos. Promove resposta humoral. Também de 2 formas:
                               Natural: o indivíduo tem contato com o patógeno e começa a produzir anticorpos contra aquele antígeno. Ex: contato com o vírus da gripe.
                               Artificial: O indivíduo recebe o antígeno atenuado para que o seu organismo aprenda a produzir anticorpos contra ele. Em um segundo possível contato, a produção é mais rápida. Ex: Vacina. No caso da gripe, há necessidade de vacinação constante, já que o vírus da gripe tem grande capacidade mutacional.



Evolução
2 maiores evolucionistas:
Lamarck –  O ambiente influencia na evolução, ou seja, o indivíduo se adapta ao meio, durante a vida, podendo modificar suas características. 2 teorias:
Lei do uso e desuso: quando um órgão é muito utilizado, desenvolve-se, quando não, atrofia.
Lei da transmissão de características adquiridas: alterações no corpo do ser vivo provocadas pelo uso ou desuso são transmitidas aos descendentes.

Darwin – A evolução acontece e, com ela, só os mais adaptados sobrevivem (seleção natural), o que atua sobre a diversidade dos indivíduos da mesma espécie (diversidade intraespecífica). Os mais adaptados se reproduzem e as gerações seguintes trazem essas características. O ambiente até pode ser um elemento estimulador.

Microevolução
Acúmulo de variações favoráveis dentro de uma mesma espécie, onde os sensíveis morrem e outros, tornam-se resistentes. Ex: insetos e inseticidas; bactérias e antibióticos e melanismo natural.
Macroevolução
Irradiação adaptativa: novas espécies, a partir de um ancestral em comum. Essas novas espécies mudam de habitat ou nicho ecológico.
                Homologia: membros com mesma origem embrionária e funções diferentes.
Especiação: formação de novas espécies. Normalmente começa com uma barreira física (isolamento geográfico)
Isolamento reprodutivo: seres de espécies diferentes não se cruzam e quando fazem, não gera descendentes férteis (híbridos)
Convergência Adaptativa: seres de espécies diferentes que acabam vivendo no mesmo habitat e adquirem algumas características semelhantes.

Analogia: membros com origem embrionária diferente e com as mesmas funções.
Resumo Sobre transpiração e transporte em vegetais

Resumo Sobre transpiração e transporte em vegetais

Transpiração: liberação de água para a atmosfera em forma de vapor. 2 tipos:
Cuticular – constante, em pequena quantidade, ocorre através da cutícula do vegetal, principalmente nas folhas;
Estomática – ocorre através dos estômatos, em grande quantidade, porém os estômatos podem se fechar, impedindo liberação de água em excesso.
Estômatos: células relacionadas com a troca de gases e água entre as folhas e o meio. Possuem clorofila.
Fatores que influenciam na abertura e fechamento dos estômatos: intensidade da luz, disponibilidade de água e concentração de CO2.
O número de estômatos vai variar, de acordo com esses fatores. Os vegetais têm adaptações de acordo com a necessidade do vegetal.  Plantas de ambiente com muita água tendem a manter os estômatos abertos. Plantas desérticas, contêm menos estômatos e eles ficam fechados por muito mais tempo. Assim, o vegetal não perderá água em excesso.
Transporte de Seiva
Seiva Bruta – água e sais minerais. Levada, pelo Xilema, da raiz às folhas. A água é levada devido a teoria da coesão-tensão: a coluna de água existe porque as moléculas ficam unidas e o baixo potencial hídrico na raiz provoca a entrada de mais moléculas.
Xilema – pra "Xima". Formado por células mortas, encontra-se mais internamente no caule da planta.
Seiva Elaborada – glicose, o alimento da planta. Levada pelo floema, das folhas, onde ocorre a fotossíntese, até à raiz.
Floema – pro fundo. Formado por células vivas e encontra-se mais externamente no caule.